E os palhaços hein?

Penitenciaristas na Segurança Pública

AP Mario Mercio

Agente Penitenciário Mário Mércio

31  outubro 2016  –  mario.mercio@gmail.com

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Parece estar pegando como assustador a moda do palhaço.

Há notícia de palhaços no Canadá, EUA e alguns na Europa. Mas o que é isso?

Bem, provavelmente isso é coisa da internet dirão muitos.

Mas e os assaltos, as agressões e as intimidações que eles estão causando na população, isso também é da internet? Claro que não!

O bom é evitar a histeria, quando você vir um palhaço, faça o lógico, ria.

Mas não pense que estou aqui para perder tempo falando em pegadinha ou coisa assim, não….

O escritor André Moraes, sempre com suas largadas é enfático: “Isso vem da mesma matriz cultural que criou Donald Trump, e que alcançou Miguel Teló e Cláudia Leite ao posto de juízes musicais, materializados por adolescentes entediados ou gente com humor estranho.” E como tem gente assim…

Uma espécie de arroto da Sociedade da Informação.

Pode parecer ridículo, mas estes palhaços nada engraçados ou hilários, como deveriam ser, acabam sendo inquietantes, porque ninguém sabe o que e quem se esconde atrás da máscara, isso acaba revelando a situação preocupante de até que ponto há gente aderindo a essa ideia estapafúrdia, bizarra, só porque elas estão “bombando” nas redes sociais.

Os caras abraçam um conceito radical da internet como quem incorpora um guia em centro de umbanda.

Foi assim com os Pokémon e ainda é assim com fãs de Bolsonaro. São pessoas não pensantes.

Esquecem que o mundo virtual não é o real. Foi assim que virilizou o vídeo do estupro.

Palhaço são palhaços eles nada fazem, vejam o Tiririca ele nem rir nos faz mais.

31  outubro 2016  –  mario.mercio@gmail.com

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Todos somos corruptos… ou não?

Penitenciaristas na Segurança Pública

AP Mario Mercio

Agente Penitenciário Mário Mércio

26  outubro 2016  –  mario.mercio@gmail.com

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Isso pode chocar uma pessoa que se acha honesta, mas basta ver o significado da palavra “CORRUPTO”:—aquele que é depravado, subornador, desmoralizador, assim como algo podre, estragado, que corrompe.

Depois, deixando de nos escandalizar, paremos e pensemos: Será que também não somos um desses ai? Será que nunca furamos uma fila, nunca demos um carteiraço, nunca compramos nada em “camelôs”? Se é profissional liberal, será que nunca evitou dar nota fiscal ou recibo ao cliente ou paciente?

corruptosSe a resposta foi “Sim”, vemos que a regra é dar a nota fiscal ou recibo por pagamento recebido e não pode majorar o valor para compensar o imposto… Isso é crime, é corrupção. Tem a corrupção ativa e a passiva.

Quando lemos uma notícia que alguém devolveu o que achou, isso é ruim para nosso país, pois isso não deveria ser notícia. É um país de corruptos, ladrões, assaltantes, estelionatários, etc. Tudo é a mesma coisa, só modifica o nome, para identificar o tipo.

Quando devolvemos o troco que veio a mais e a moça do caixa nos olha assombrada com um sorriso torto e cara de São Sebastião é porque algo não vai bem a nosso país. Isso deveria ser OBRIGAÇÃOmario13 NOSSA e não favor.

Mas e as caixas que deixam de nos devolver o troco, alegando falta dele? O que são? São corruptas. Elas por lei devem arredondar a menos e nunca a mais. É a lei anticorrupção.

Dar cheque sem fundo com o propósito de retardar o pagamento, é corrupção.

Assim quando um médico ou veterinário nos indica a farmácia para comprar ou manipular o remédio, na certa ele está levando vantagem, é corrupção passiva.

Os exemplos não acabariam nunca. A verdade é esta: nós todos vivemos cercados de pequenas corrupções. A corrupção maior é apenas a expressão de um tipo de vida que achamos até anormal, mas não é. Mas e se algum de nós fosse presidente da Petrobrás e nos oferecessem 100 milhões só para você aprovar uma licitação, não aprovaríamos? Afinal quem está me pagando não é o governo é a empreiteira.

Ledo engano, sabemos que o suborno já está embutido no valor. A empreiteira jamais pagaria com dinheiro seu. Pois então, todos somos corruptos ou não?

Somos desde criancinhas subornáveis por balas e chocolates e acabamos fazendo o mesmo hoje, ou não?

26  outubro 2016  –  mario.mercio@gmail.com

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Estilo de vestir-se

 

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Agente Penitenciário Mário Mércio

17  outubro 2016  –  mario.mercio@gmail.com

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Já se diz que o estilo de roupa usada revela traços da personalidade da pessoa.

 Eis ai seu primeiro retrato. Logo a seguir outros fatos irão caracterizar sua personalidade.

 Diz a estilista Milka Wolf, famosa gaúcha de Cacequi que ganhou fama e notoriedade nacional, que a primeira vista é possível perceber se a pessoa é desleixada, metódica, descolada, “sexualizada” ou mesmo fechada.

 Cada um desses códigos diz tudo sobre a pessoa, da maneira que se apresenta e se comunica com os demais.

 Consciente ou inconscientemente a alma dele se projeta em cada peça escolhida para se vestir. Isso para ambos os sexos, mas nas mulheres os traços são mais marcantes e notórios.

 Querendo ou não fizemos parte de uma sociedade eminentemente visual, de bom gosto.

 Quando chegamos a qualquer lugar, antes mesmo de termos a chance de falar ou até mesmo de sorrir, somos avaliados pela nossa roupa que vestimos.

 Algumas vezes o nosso prestígio depende até da marca da roupa e do tênis ou sapato que usamos.

  A vulgaridade e o mal vestir deixam resquícios negativos na reputação e na imagem da pessoa.

 Lógico, que em certas ocasiões necessitamos de mais formalidade na vestimenta e até ai  revela-se à miúde o nosso caráter.

 O certo é que nossa roupa é um dos indícios de quanto respeitamos o nosso próximo, pois a roupa é uma linguagem que se revela através do modo como nos vestimos.

 Se numa festa todos usam terno e alguém aparece de calça Jean, é porque este não tem consideração com os demais que ali estão e isso não o caracteriza como uma pessoa despojada, como pode parecer.

 Se a sociedade exige que nos vestimos e se as convenções sociais ditam normas, nada mais nos resta que cumprir e respeitar o que é para o bem comum.

17  outubro 2016  –  mario.mercio@gmail.com

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O manifesto da facção criminosa

Penitenciaristas na Segurança Pública

AP Mario Mercio

Agente Penitenciário Mário Mércio

10  outubro 2016  –  mario.mercio@gmail.com

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presidioSemana passada, uma facção criminosa soltou um MANIFESTO pedindo limites pra a violência no RS. Pode?

Claro que pode, os agentes penitenciários já tinham conhecimento e até acharam interessante a manifestação.

Quando os próprios bandidos se assustam, imaginem a população!

O manifesto aberto foi assinado por presidiários de três grandes penitenciárias do Estado e nelas os próprios detentos, a maioria condenados, mostra a preocupação com o rumo que a disputa de grupos rivais por espaço, está tomando tanto nos presídios como fora deles.

“Isso até parece um filme de Batman em Gotham City. Onde surge o herói inesperado querendo salvar a própria pele em nome do Estado. Coringa ou Batman surgem pela ausência do Estado, que por diversos motivos, notadamente, não consegue manter a ordem” –nos diz Marco Antônio Barbosa-Diretor CAME do Brasil.

Lógico, a ausência do Estado é o clima ideal para o crime prosperar, se instalar e disseminar a sensação de poder e de impunidade. Como na Colômbia…

–Estamos de mãos atadas—diz um delegado de polícia de reconhecida idoneidade e operacionalidade.

–É triste e preocupante a realidade vivida pelos gaúchos— diz um senhor já no limiar da idade.

–A violência explode!—preocupa-se um taxista.

A segurança pública está atônita, enquanto o próprio crime organizado apela para estancar a violência.

As leis e a força policial existem para fazer com que a sociedade viva em paz, ordeira e pacificamente, com cada cidadão respeitado os limites do outro. É a logica e a ética.

10  outubro 2016  –  mario.mercio@gmail.com

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