Ode aos loucos

 26 de Maio de 2017 – mario.mercio@gmail.com
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Quem de nós não conhece alguém meio biruta. Aquele que vive inventando algo, se dedicando em alguma coisa. Tive colegas, amigos, parentes e até eu me vejo, às vezes, meio “nessa de loucuras”.

Também são chamados de desajustados, rebeldes, criadores de caso.

Aqueles que veem coisas de uma forma diferente, sob outro ângulo ou outro prisma. Que não gostam de regras e que não respeitam o “status quo”.

Podemos até elogiá-los, discordar, mas não podemos ignorá-los, pois eles resolvem, provocam mudanças, inventam, imaginam, exploram, criam e inspiram. Eles são loucos, mas loucos de inteligência.

São eles que fazem a raça humana evoluir, por isso são chamados de loucos.

Foi assim com Picasso, Rembrandt que viam a obra no nu do branco quadro. Foi assim com Mozart, Verdi, que imaginavam no silêncio o tom e a letra musical encaixada. E foi assim com os astrônomos que viam a lua e imaginavam uma estação espacial.

Sim, alguns os olham como loucos, mas na verdade são empreendedores, gênios, como Santos Dumont, Padre Landell de Moura e outros.

Eles como loucos foram suficientes para pensar em mudar o mundo, por isso são loucos que fazem. Se não fossem, não fariam nada.

Eles, simplesmente não se conformaram como as coisas são, abandonaram as regras, saíram da rotina e mudaram nossas vidas, como Steve Jobs.

São eles, estes loucos, radicais, que defendem seus pontos de vista inovadores e que geram tendências, que apontam caminhos inovadores.

E é assim em tudo. Na politica, na economia, nos negócios e em nossa vida. Valorize um louco ele pode lhe salvar, ajudar, proteger, amparar.

Não se esqueçam de que Galileu só não foi assado vivo porque negou que a Terra girava em volta do Sol.

26 de Maio 2017– mario.mercio@gmail.com
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