ENGOLIDOS PELA MARGINALIDADE

ENGOLIDOS PELA MARGINALIDADE

 

Essa é a realidade de nosso país. Não faltam exemplos, inicia no Rio e termina no Rio, mas abrange todo país, passando tudo pela capital federal da republiqueta.

 

Parece invenção ou até um alarde falso, mas não é.

 

Somos um país de gente inventiva, e entre essa trupe estão os gananciosos, doentes por ganância, pois não dá para explicar tamanha roubalheira das empresas, comerciantes, com a complacência benéfica própria de parte do funcionalismo, em todas as camadas, municipal à federal. Pois se vê, se ouve e se lê que os “manos” estão por todo lugar.

 

É já considerada pelos estudiosos, como Mauro Blankenheim, como uma SUB-RAÇA.

 

Isso é uma nova raça que se destaca no cenário nacional: OS MANOS.

 

Uma raça que não cabe nenhum preconceito e nem despreconceito, porque afinal—diz ele—ela não existe oficialmente.

 

É a verdadeira apoteose social de um país que se vê engolido, literalmente, pela marginalidade.

 

Os manos  é uma raça não definida em matizes, profissões ou cultura. São artistas do mal que passam engendrando golpes.

 

Ninguém mais do que eles conhece as artimanhas do poder e da polícia e alguns são especialistas nos trâmites judiciários.

 

Eles vão eleger quem bem entenderem. Eles negociam com a PGR, com a PF e se forem presos provisoriamente, passam na cadeia com regalias nunca vistas.

 

Eles são unidos e contra a força não há resistência.

 

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