O CONTRAPONTO

O CONTRAPONTO: EXEMPLO DE BRASILEIRO

 

Leio com  bons olhos sobre a vida de ROBERTO CAMPOS, que completaria em abril 100 anos de idade.

 

Mas faleceu aos 84  anos, deixando um vazio na paisagem CULTURAL E INTELECUTUAL  do país.

 

Exemplo de homem público, brilhante economista, ministro, embaixador, senador, deputado e escritor, um intelectual multifacetado.

 

Foi um aguerrido defensor do liberalismo, sempre à frente de seu tempo.

 

Anteviu o DESASTRE da PETROBRÁS e preconizou o FRACASSO da nova Constituição Brasileira, que  abriu muitas vantagens ao povo em 1988, ao promover o desenvolvimento e superar a pobreza sem que o país tivesse condições econômicas de fazê-lo.

 

Ficou marcada a sua imagem sentado a um canto do parlamento de cabeça baixa, pensativo, quase deprimido, enquanto os demais parlamentares liderados por Ulisses ovacionam a promulgação da Nova Constituinte.

 

Essa Constituição alardeada como dos MISERÁVEIS, CIDADÃ, estava na contramão da história e da realidade do país. E Hoje quase 30 anos depois o pais precisa de reformas URGENTES para não sucumbir, tanto na PREVIDÊNCIA SOCIAL como no TRABALHO e na POLÍTICA.

 

O país do jeito que está ficou ingovernável—diz o economista José Pio Martin—e com razão.

 

Na contramão da euforia, ROBERTO CAMPOS alertava que a Nova Constituição era o “avanço do retrocesso” e em poucos anos ficaríamos ingovernável. Nada mais profético.

 

Os políticos e o povo em vez de encorajar e intensificar o poder público em PRIVATIZAR alguns setores do governo que são deficitários como PRESÍDIOS, ESCOLAS E HOSPITAIS,  ampliam-se concursos e o inchaço da folha de pagamento, QUE ESTÁ ISUPORTÁVEL aos aposentados e pensionistas, beneficiados pela Constituição de 1988.

 

Os governos federal e estadual falidos precisam URGENTE de  repensar sua política. Não em prol de alguns funcionários, sindicatos e políticos, mas em prol da POPULAÇÃO que é a que mais sofre com o excesso de benesses. Era disso que ROBERTO CAMPOS falava.

Nossos direitos

AP Mario Mercio

Agente Penitenciário Mário Mércio

30 maio 2017  –  mario.mercio@gmail.com

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Tem gente que é contra nossos direitos. É verdade!

São contra os direitos humanos e nós somos o que? A concepção de Direitos Humanos surgiu em 1948 na ONU, como instrumento para garantir a dignidade das pessoas. Todas as pessoas, mas sabemos que as que mais sofrem são as mais pobres, as doentes, os velhos, negros, prostitutas e homossexuais.

Maldosamente, alguns não querem abrir mão de suas tortas convicções e acabam enxovalhando a atuação de organismos de defesa destes direitos, com a falácia que eles defendem só bandidos. Bandido também são humanos e para eles existe a lei. Pois os Direitos Humanos existem para defender o direito de todas as pessoas, mas sempre vai haver alguém insatisfeito.

Não podemos querer esconder as mazelas da sociedade e nem pessoas que cometem crimes, mas precisamos ENTENDER que são pessoas CRIADAS por esta mesma sociedade. Eles devem ter o mínimo de dignidade preservada, para que possamos um dia ter a esperança que elas estão recuperadas ao convívio social. É o caso da Cracolândia.

Vislumbramos nos grupos sociais, mormente FACEBOOK, críticas a esse direito. Mas me espanta funcionários públicos, também do sistema penitenciário, atitudes preconceituosas, mais notadamente sobre assistência aos reclusos, com chavões escandalosos. Acho muito chato, deselegante e temerário criticar esses paladinos da justiça e está na hora de se desfazer essa ideia distorcida de nossos direitos.

Quem tem emprego, casa, comida quentinha, nem quer saber que existem legiões de desassistidos por ai em flagrante desrespeito a seus direitos.

Insistir em não entender isso é no mínimo estreiteza de intelecto.

Ai pergunto: quem vai se importar com aqueles que estão na rua e são agredidos, como menores desamparados e idosos abandonados? E viciados perdidos? Com mulheres prostitutas ou nos que buscam ganhar suas vidas de maneira contrária aos nossos princípios? Presos, índios, ciganos, negros, pobres e deficientes e viciados que são marginalizados? É para

isso que existe os Direitos Humanos, para lutar por causas que ninguém quer ver, lutar ou trabalhar.

Devemos louvar essa gente que se dedica a este mister tão sacrificante, incompreendido, mas louvável em todos os sentidos.

Por isso se ALERTEM!

30maio 2017  –  mario.mercio@gmail.com

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Perdidos e achados

AP Mario Mercio

Agente Penitenciário Mário Mércio

29 maio 2017  –  mario.mercio@gmail.com

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Se raciocinarmos com calma, veremos que nossas perdas na vida são causadas, na maioria das vezes por nossa própria culpa — o esquecimento.

Esquecemos e acabamos perdendo algo. É bem assim… Que cabeça!

Não podemos perder nada que não temos, mas perdemos somente o que já temos—por lógico.

Por isso, certamente, só somos donos apenas daquilo que USAMOS.

Em casa, por exemplo—só somos donos de fato dos cômodos que usamos, aquele outro cômodo é do filho, do neto ou até do cãozinho. E eles geralmente mostram que são donos de seu pedaço.

O resto é acúmulo—nos diz o escritor Jeverton Lime- advogado.

Não podemos possuir o quer não vivenciamos.

Por isso, se continuarmos raciocinando com lógica, veremos que temos muito menos do que pensamos ter.

Se juntarmos tudo que deixamos de lado durante nossa trajetória de vida, como cacos de objetos, literalmente reunir desejos, amores, mágoas, tudo num saco de andrajos, teremos algumas surpresas.

Surpresas como a dor de uma perda, o beijo roubado da namorada descuidada, as coleções de medo, as colas na escola, o gol que podia salvar o time, o concurso fracassado e algumas incertezas.

Estas perdas estão em nós. Ficam ali aninhadas, mas um dia acordam e viram lembranças.

Assim somos. Um ser humano falho, mas único.

29 maio 2017  –  mario.mercio@gmail.com

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A audiência de lula

AP Mario Mercio

Agente Penitenciário Mário Mércio

14 maio 2017  –  mario.mercio@gmail.com

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Ou interrogatório. Li e concordei com muitas opiniões sobre este fato. O presidente saiu-se bem. Mostrou que não é à toa que foi presidente. Vivaz, esperto e solto. Pouco nervoso.

Quem vê o Juiz Sergio Moro não se sente constrangido, pois o magistrado aparenta ser boa praça, calmo e educado. Para um deseducado como Lula, que chegou a dizer impropérios na audiência, isso soa como vantagem para ele.

Mas lendo um artigo do Prof. da FGV Ivar A.Hartemann, esse diz que a grande comoção do fato foi o ineditismo, isso é um ex presidente no banco dos réus.

Não estamos acostumados a isso, num pais aonde só ali vão negros e pobres.

É a diferença daqueles que sempre são punidos pela justiça criminal e aqueles que nunca são.

Mas, como se viu, vamos tornar a ver até ficarem normal estes fatos, isso é, pessoas ricas, “importantes” e famosas serem julgadas com igualdade pelos juízes.

Até mesmo os juízes estão se acostumando com isso.

A Lava Jato tem colocado por terra, gradualmente, a ideia de que ainda existem intocáveis no Brasil.

É o caso dos mega empresários Eike e Marcelo Odebrech. De ministros, senadores e deputados.

Talvez nos próximos anos veremos com mais frequência poderosos sendo interrogados, sentados frente ao mesmo tipo de juiz que julga os demais brasileiros, sem privilégios.

Talvez um dia a situação de igualdade perante a lei não choque mais o povo, como dessa vez e que esses fatos sejam normais numa democracia avançada e mais correta.

14 maio 2017  –  mario.mercio@gmail.com

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Ode aos loucos

 26 de Maio de 2017 – mario.mercio@gmail.com
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Quem de nós não conhece alguém meio biruta. Aquele que vive inventando algo, se dedicando em alguma coisa. Tive colegas, amigos, parentes e até eu me vejo, às vezes, meio “nessa de loucuras”.

Também são chamados de desajustados, rebeldes, criadores de caso.

Aqueles que veem coisas de uma forma diferente, sob outro ângulo ou outro prisma. Que não gostam de regras e que não respeitam o “status quo”.

Podemos até elogiá-los, discordar, mas não podemos ignorá-los, pois eles resolvem, provocam mudanças, inventam, imaginam, exploram, criam e inspiram. Eles são loucos, mas loucos de inteligência.

São eles que fazem a raça humana evoluir, por isso são chamados de loucos.

Foi assim com Picasso, Rembrandt que viam a obra no nu do branco quadro. Foi assim com Mozart, Verdi, que imaginavam no silêncio o tom e a letra musical encaixada. E foi assim com os astrônomos que viam a lua e imaginavam uma estação espacial.

Sim, alguns os olham como loucos, mas na verdade são empreendedores, gênios, como Santos Dumont, Padre Landell de Moura e outros.

Eles como loucos foram suficientes para pensar em mudar o mundo, por isso são loucos que fazem. Se não fossem, não fariam nada.

Eles, simplesmente não se conformaram como as coisas são, abandonaram as regras, saíram da rotina e mudaram nossas vidas, como Steve Jobs.

São eles, estes loucos, radicais, que defendem seus pontos de vista inovadores e que geram tendências, que apontam caminhos inovadores.

E é assim em tudo. Na politica, na economia, nos negócios e em nossa vida. Valorize um louco ele pode lhe salvar, ajudar, proteger, amparar.

Não se esqueçam de que Galileu só não foi assado vivo porque negou que a Terra girava em volta do Sol.

26 de Maio 2017– mario.mercio@gmail.com
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Nosso Passado

 20 de Abril de 2017 – mario.mercio@gmail.com
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   Há quem o compare à Caixa de Pandora, da mitologia grega, que deixava numa caixa todos os males do mundo, e ao abri-la todos saíram, menos a esperança.

   Mas é assim que temos de discordar. Nosso passado não é uma Caixa de Pandora com todos os males do mundo e nem fica nele só a esperança.

  A esperança está no presente e no futuro, não pode haver esperança no passado.

   Ficar olhando o passado é perda de tempo. Isso só nos leva a depressões ou entusiasmos inúteis.

   O foco deve ser o presente, com vistas ao futuro, usando o passado como fonte de guia e orientação.

  Barão de Itararé, humorista, já dizia: ”A oportunidade nunca é perdida. Alguém sempre vai aproveitar o que outro perdeu”. O gaúcho Itararé foi notável, quando se elegeu pelo PCB vereador no Rio com o slogan: “ mais leite com água e menos água no leite” e quando todos os colegas do PCB foram cassados ele bradou: “ Um dia é da caça e os outros da cassação”.

    E dai que concluímos que nosso passado é a lição para se refletir e não para se repetir.

   Uns até acreditam que o primeiro amor já é passado, mas outros acreditam que o último amor é o presente. Mas na verdade, o último amor é o melhor, o que não significa que o último amor não seja o primeiro

    Uma lição de pai para filho: –” Aproveite melhor o seu passado ou esqueça-o, trabalhe para o seu presente ou divirta-se e invista em seu futuro ou procure uma casa de repouso”.

   Nunca se apegue ao passado, ou ele se apegará a você. A vida é muito maior que um simples passado, ela é tão grande que tem até o Alzheimer que faz esquecer tudo.

Imagem retirada de: https://psico.online/blog/passado-presente-e-futuro/

20 de Abril de 2017 – mario.mercio@gmail.com
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A Máscara Humana

12 de Abril de 2017 – mario.mercio@gmail.com
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Conhecemos a história antiga em que romanos e gregos usavam máscaras em festas, teatros ou rituais profanos e sagrados. Era moda, o estilo da época. E o que é moda não incomoda!

Hoje, séculos depois, neste mundo sutil e sofisticado, roído pela insegurança e pela agressão, até a polícia federal usa sua própria máscara para se proteger.

Mas tem outras máscaras, umas que entraram dentro do rosto, dentro dos seres, dentro das pessoas. Essa é a mascara do medo, da covardia, da arrogância, da trapaça… E por ai vai.

Estamos vivendo na época do disfarce disfarçado em embuste.

Nada é tão hermético como um rosto fechado, sem identificação.

E nada é tão transparente como a máscara. Ela por si só se desmascara.

É como uma vitrine que ostenta suas promoções. A máscara humana é a vitrine aberta. Vemos através dela. Entramos ou não na loja pela vitrine. Mas comprar já é outra coisa.

A vitrine, que é máscara da loja, esconde, protege, defende seus interesses. Ela induz nosso erro que vem de nossa pureza, de nossa simpatia com a aparência revelada da máscara ali exposta.

Toda máscara é um enigma a ser desvendado, não revela seu íntimo.

Tom Jobim nos disse: “Eu não sou tão humilde quanto penso que sou! E como outros pensam que sou”.

Os tempos, agora são outros. A máscara fantasia é coisa do passado. Mudaram os habitantes, que foram morar em outros tempos.

E a máscara de ontem, virou rosto hoje, de alguma maneira, e nosso palco se agigantou num mundo totalmente mascarado, onde se diz o que se pensa e não o que se deve dizer.

E todo virou palco nos facebooks da vida e assumiu as proporções do universo totalmente mascarado, ao bel prazer de cada um, desenhando sua história e seu sarcasmo livremente.

É um espetáculo constrangedor, ver uma pessoa identificando-se com sua máscara.

E concluir que ele já não usa mais a máscara, porque ele mesmo já é a própria máscara.

E o homem vem e diz: –Eu sou o que sou.

12 de Abril de 2017 – mario.mercio@gmail.com
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A pessoa nasce ou torna-se bandida?

 
Mário Mércio

27 de Março de 2017 –  mario.mercio@gmail.com
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Pergunta importante: você acha que as pessoas já nascem bandidas? O bebê — sim, aquele de colo — já é um bandidinho?

Prefiro pensar que ninguém acredita que as pessoas já nascem criminosas.

É um pouco lunática essa visão.

Partindo da pressuposição de que ninguém nasce bandido, utilizemos um personagem fictício como exemplo: João, o bebê. Imaginemos o bebê da maneira como quisermos, isso pouco importa, a única certeza que temos sobre João, o bebê, é que ele não nasceu bandido.

É uma criança como qualquer outra, ainda dependente dos pais, que pouco faz da vida além de dormir e chorar. Mas neste mundo fictício, o tempo passou, e João cresceu.

Aos 16 anos cometeu um latrocínio. Se João não nasceu bandido, então TORNOU-SE bandido. A palavra “tornou-se” implica transformação e esse é o X da questão.

Os seres humanos se constroem com as experiências e aprendizados, portanto o meio em que vive tem grande influência sobre ele.

Sabendo disso, temos a visão clara de que algo acontece na sociedade que transforma as pessoas em marginais.

Se acha que não, talvez seja curioso saber que a taxa de homicídios no Brasil em 2008 era de 26,4 a cada 100.000 habitantes, enquanto que na Islândia o índice não passou de 1,8 a cada 100.000 no mesmo ano. Então ai já ficamos sabendo que o ambiente transforma mesmo.

Roman Kayo, humanista responde: –O fato é: há algo na sociedade que leva as pessoas a cometerem crimes.

Quando se diz que reduzir a maioridade penal é uma boa ideia, você não está focando na raiz do problema, está apenas sugerindo uma maneira de remediar.

Dado o nosso sistema, isto só aumenta a chance de criar um delinquente reincidente. Então note, pouco importa se a maioridade penal é de 16, 18 ou 21 anos se o país continua a formar criminosos.

Devemos pensar em maneiras para diminuir a criminalidade, no processo que transforma as pessoas em transgressoras da lei, ou logo teremos mais presídios do que universidades e mais marginais do que cidadãos comuns. ISSO É UM FATO!

(Texto do livro: Penitenciária Central 3- Pág.148 – De Mário Mércio)

27 de Março de 2017 –  mario.mercio@gmail.com
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Regras que nos aprisionam

Mário Mércio

21 de Março de 2017 –  mario.mercio@gmail.com
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    Às vezes nos sentimos aprisionados numa sociedade cheia de regras.

    As regras são impostas para obrigar, combater, ajustar o comportamento geral, mas não precisariam se usássemos o bom senso, a lógica e a educação.

    Ninguém gosta de regras, mas num país pouco civilizado, onde a educação não é patamar de ajuste em nenhum setor, então foram criadas regras básicas, leis e mais leis que só conhecemos por alguma divergência ocasional que passamos.

   Confúcio filósofo chinês, já consagrava os procedimentos corretos para as relações pessoais (regras), isso há 500 anos a.C.. Só ai se vê que a “coisa” não é nova. Vamos adiante….

    Por exemplo, num baile de CTG precisamos ir pilchados, nada de calça jean e sapatênis.

    Se sabemos que nosso cãozinho vai fazer “cocô” na calçada, por que não levar um saquinho para colhe-lo? Daqui uns dias vão fazer essa regra e estipular multa, como em alguns países.

     Por que cuspir na calçada, na parada do trem ou do coletivo? Vão acabar fazendo uma lei para isso. É a falta de comprometimento, de educação—daí as leis e regras aparecem.

    Já vimos que estacionar em vagas específicas dá multa. Porque ouve abusos e há ainda.

    Num clube social não permitem calção ou biquíni branco e não se pode levar lanche e nem copos para a piscina. -Por óbvio.

    Pessoas não podem andar armadas sem o devido porte legal e mesmo assim sutilmente escondidas da curiosidade alheia.

   No filme ou livro: “50 tons de Cinza”, Anastácia pergunta à Grey:–por que tantas regras? E ele responde: –Porque sou perturbado de 50 formas diferentes.E nós?

    Em suma: cumprimente, se despeça, agradeça, compartilhe, limpe, respeite, devolva, responda, pague, etc. São OBRIGAÇÕES ou REGRAS sociais.

   Por isso é necessário conhecer as regras do local que vamos visitar, vamos andar, vamos morar ou passear. No Uruguai, nas cidades, não se deve ligar as luzes dos carros à noite. No Brasil deve-se liga-las até ao dia. São regras diferentes que o legislador fez por alguma necessidade. Talvez lá as ruas sejam mais iluminadas… Quem duvida?

    Na Argentina os carros têm que ter duas estepes…Será que lá tem mais buracos que aqui?

    Vai explicar?

21 de Março de 2017 –  mario.mercio@gmail.com
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